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Merlino jornalista
- [UNIDADE] "A imprensa torturada e
assassinada", de Luiz Antonio Maciel -
Vladimir Herzog, um
símbolo da denúncia da violência da ditadura militar contra presos políticos
no Brasil, não foi o único jornalista morto durante os anos de chumbo. Além
dele, mais 22 jornalistas foram torturados e assassinados pelas forças de
segurança no período. Passados mais de 20 anos do término do regime de
exceção, vários deles ainda constam como desaparecidos. Além desses 22,
centenas de jornalistas, dentre os quais vários da imprensa alternativa, mas
também muitos que trabalhavam na chamada grande imprensa, foram perseguidos,
ameaçados, cassados, indiciados em processos, condenados, exilados, presos e
torturados. (Unidade - Órgão do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do
Estado de São Paulo, nº 279, outubro/2005) -
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- Declaração: A
FENAJ (Federação Nacional dos
Jornalistas) exige que o Governo, numa demonstração de maturidade
institucional e respeito aos direitos humanos, promova uma ampla
investigação sobre as condições de morte ou desaparecimento, dos seguintes
jornalistas brasileiros: Herzog e mais 16 jornalistas - 20/10/2004 -
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