O que é



MORTES SOB CUSTÓDIA DO ESTADO

 

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Um padeiro, algemado à parede, cai misteriosamente do sexto andar do DHPP, no Centro de São Paulo, em uma morte apresentada por policiais civis como "suicídio"
7 de março de 2007 - Leia mais
Última atualização: 19/08/2007

Vendedor ambulante é deixado sem socorro, sangrando até morrer, dentro de um carro da Guarda-civil Metropolitana de São Paulo
9 de fevereiro de 2006 - Leia mais
Última atualização: 17/04/2007

Jovem-símbolo da "FEBEM bem-sucedida" volta a ser preso e morre em total abandono no CDP de Araraquara (interior do Estado de São Paulo)
12 de novembro de 2005 - Leia mais

Rapaz de 23 anos é preso e horas depois aparece misteriosamente "suicidado", suspenso por uma corda amarrada a uma janela da cela, em São Vicente (litoral do Estado de São Paulo)
5 de novembro de 2005 - Leia mais

Jovem é preso por políciais federais e, horas depois, é encontrado misteriosamente morto em cela na carceragem da Superintendência Regional da Polícia Federal, na Lapa (zona oeste de São Paulo)
5 de outubro de 2005 - Leia mais

Testemunha-chave em processo contra policiais e advogados é assassinada quando está prestes a depor, dentro de Penitenciária, em Iaras (interior do Estado de São Paulo)
4 de outubro de 2005 - Leia mais

Preso por nove meses e já em condições de estar em regime aberto morre de Aids no mais total abandono no 80º DP de Vila Joaniza (zona sul de São Paulo)
29 de setembro  de 2005 - Leia mais

Adolescente soropositivo acaba morrendo depois de transferência da FEBEM para a Penitenciária de Tupi Paulista
7 de abril de 2005 - Leia mais

Adolescente suicida-se dentro da FEBEM (Complexo Raposo Tavares), na maior indiferença das autoridades (12 de agosto de 2004) e FEBEM é condenada a pagar indenização (25 de setembro de 2006)
12 de agosto de 2004 -
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MORTES SOB A CUSTÓDIA DO ESTADO

- O Estado e seus organismos repressivos são responsáveis pela vida e pela segurança dos adultos presos e dos adolescentes internos.

- Suicídios, mortes por doenças não tratadas, assassinatos durante rebeliões ou por “vingança” tolerada ou incentivada por agentes prisionais e de segurança são de total responsabilidade do Estado, particularmente do organismo onde essa morte ocorreu.